quinta-feira, 7 de junho de 2012



1ª Rasteira ao Pacto da Democracia!

Sem colocar em causa a importância e a qualidade do documento apresentado pelo grupo parlamentar do CDS-M, a verdade é que não deixa de ser lamentável que no mesmo dia que o PS, CDS, PND, CDU, MPT, PAM, PTP e BE, assinaram o chamado pacto da democracia sobre o funcionamento da ALM, o CDS-M à revelia deste pacto de compromissos, apresente, em nome próprio, um documento a enviar ao Tribunal Constitucional pedindo a fiscalização sucessiva da constitucionalidade do Regimento da ALM, solicitando que os outros partidos assinassem de cruz a seguir ao CDS.

Uma vez assinado aquele pacto de compromissos, os partidos subscritores têm o dever e a obrigação de submeter aquele ou outros documentos do género no âmbito do funcionamento da ALM, aos restantes partidos para discussão antes de o apresentar publicamente.

Só depois de discutido e consensualizado, o documento deve ser tornado público em nome dos 8 partidos e não do partido proponente. Foi para isso que se assinou o pacto de compromissos. O MPT-M é de opinião que o CDS-M com esta atitude de sistemática procura de protagonismo, de querer chegar primeiro que os outros, inviabilizou o envio conjunto deste documento ao Tribunal Constitucional! É pena!

domingo, 3 de junho de 2012

MPT quer acção social mais atenta nas escolas



O dirigente do movimento Partido da Terra-Madeira, João Isidoro, esteve ontem junto à escola Ângelo Augusto da Silva - escola da Levada - a defender o apoio à acção social escolar aos alunos das escolas públicas.
Na ocasião, o dirigente do partido reforçou que os alunos mais carenciados que estudam nos estabelecimentos públicos devem ter uma atenção especial das entidades governativas, relativamente ao apoio social, de modo a que os seus resultados escolares não sejam prejudicados pela difícil conjuntura que se vive por toda a Região.
João Isidoro considera essencial, nestes tempos conturbados em termos económicos e sociais, garantir aos jovens com carências a sua permanência no sistema de ensino, devendo as instituições tudo fazer para que não haja uma marginalização e consequente exclusão daqueles que não têm acesso a todos os mecanismos para poderem obter um bom aproveitamento escolar.
Apelou, por isso, às entidades responsáveis, que tudo façam para que nenhum jovem seja deixado para trás na formação e educação que deve ser para todos.