sábado, 25 de agosto de 2012


MPT-M reclama igualdade na distribuição da água de rega

 
 O MPT-M deslocou-se, esta manhã, à freguesia da Quinta Grande para reclamar uma melhor distribuição da água de rega por parte da IGA – Investimentos e Gestão da Água, sobretudo, para os agricultores.
Este alerta foi deixado por João Isidoro, o qual reiterou que «a Quinta Grande é uma zona, por excelência, para a agricultura mas naturalmente tem de haver esse cuidado, neste caso, da IGA, na distribuição da pouca água, de modo a que chegue também a todos».
João Isidoro recordou que «este ano, é considerado o pior de que há memória, em termos de chuva, há naturalmente muita falta de água mas ao longo dos anos, o Governo Regional não teve uma estratégia de poupança de águas para colocar em infraestruturas que se destinam à rega, nomeadamente, poços e lagoas».
No entender do responsável, «ainda hoje, há muita água que é desperdiçada de nascentes, ribeiros e ribeiras, é uma reflexão que o Governo deverá fazer no sentido de aproveitar essas águas, porque há muito tempo já se sabia que razões climatéricas levariam a situações desta natureza, que é a falta de água».
E «mesmo com a pouca água que há, não tem havido justiça na distribuição», lamentou. «Aquilo que os agricultores da Quinta Grande sentem é que os agricultores ricos da Fajã dos Padres têm água com regularidade, os agricultores pobres da zona da Quinta Grande têm água de dois em dois meses ou de três em três meses. Naturalmente, nenhum tipo de agricultura suporta períodos tão longos para regar», concluiu.

segunda-feira, 23 de julho de 2012


Partido da Terra entrega cheque de mil euros à Junta de Gaula para vítimas dos fogos

O Partido da Terra (MPT) entregou hoje um cheque de mil euros à Junta de Freguesia de Gaula, valor destinado a apoiar as vítimas dos incêndios.
“Correspondendo a um apelo da junta, de que eram necessários cobertores, lençóis e alimentação, o partido decidiu entregar mil euros”, disse o dirigente regional do MPT.

João Isidoro adiantou que o partido vai também dar valor idêntico aos Bombeiros Municipais de Santa Cruz em compras numa rede de supermercados.

“Nessa rede, poderão levantar bens de que estejam a necessitar”, declarou o responsável, explicando que a verba foi retirada da subvenção da partidária.

Manifestando, de novo, “total solidariedade” para com as vítimas dos incêndios, particulares e instituições, que desde terça-feira lavram na Madeira, João Isidoro realçou o trabalho desenvolvido pelos bombeiros da região, que “têm evitado males maiores, sobretudo a perda de vidas humanas”.

O dirigente do MPT reiterou o apelo aos governos central e regional para que avancem com “resposta célere e efetiva” às vítimas.

“Que não caiam na burocracia, que pode levar um ou dois anos a resolver os problemas das pessoas que têm de recomeçar a sua vida já”, exortou João Isidoro, insistindo na necessidade de uma “reflexão serena” sobre os fogos que atingiram a região na última semana.
“Deve ser feita uma reflexão para apurar o que eventualmente funcionou mal, mas sobretudo para ver o que é necessário fazer em termos de prevenção e de socorro em situações desta natureza”, considerou.

O presidente da junta de Gaula, freguesia onde 11 casas arderam totalmente na sequência dos incêndios, desalojando 35 pessoas, e idêntico número de habitações foi parcialmente destruído, agradeceu o donativo, tendo anunciado que já foi criada uma conta bancária solidária para ajudar as vítimas.

Élvio Sousa acrescentou que prossegue a limpeza da freguesia e admitiu solicitar que seja decretada a situação de calamidade.

“Vamos ver a possibilidade disso”, afirmou.

Na sede da junta, continua a chegar calçado, vestuário, roupa de casa, produtos de higiene e bens alimentares, e decorre a constituição de brigadas de voluntários para a limpeza da freguesia.

“As pessoas precisam de ajuda na remoção dos escombros”, referiu o autarca, para quem “a Proteção Civil não correspondeu” quando a freguesia necessitou, mas reconhecendo que os bombeiros “não tinham meios”.

quinta-feira, 7 de junho de 2012



1ª Rasteira ao Pacto da Democracia!

Sem colocar em causa a importância e a qualidade do documento apresentado pelo grupo parlamentar do CDS-M, a verdade é que não deixa de ser lamentável que no mesmo dia que o PS, CDS, PND, CDU, MPT, PAM, PTP e BE, assinaram o chamado pacto da democracia sobre o funcionamento da ALM, o CDS-M à revelia deste pacto de compromissos, apresente, em nome próprio, um documento a enviar ao Tribunal Constitucional pedindo a fiscalização sucessiva da constitucionalidade do Regimento da ALM, solicitando que os outros partidos assinassem de cruz a seguir ao CDS.

Uma vez assinado aquele pacto de compromissos, os partidos subscritores têm o dever e a obrigação de submeter aquele ou outros documentos do género no âmbito do funcionamento da ALM, aos restantes partidos para discussão antes de o apresentar publicamente.

Só depois de discutido e consensualizado, o documento deve ser tornado público em nome dos 8 partidos e não do partido proponente. Foi para isso que se assinou o pacto de compromissos. O MPT-M é de opinião que o CDS-M com esta atitude de sistemática procura de protagonismo, de querer chegar primeiro que os outros, inviabilizou o envio conjunto deste documento ao Tribunal Constitucional! É pena!

domingo, 3 de junho de 2012

MPT quer acção social mais atenta nas escolas



O dirigente do movimento Partido da Terra-Madeira, João Isidoro, esteve ontem junto à escola Ângelo Augusto da Silva - escola da Levada - a defender o apoio à acção social escolar aos alunos das escolas públicas.
Na ocasião, o dirigente do partido reforçou que os alunos mais carenciados que estudam nos estabelecimentos públicos devem ter uma atenção especial das entidades governativas, relativamente ao apoio social, de modo a que os seus resultados escolares não sejam prejudicados pela difícil conjuntura que se vive por toda a Região.
João Isidoro considera essencial, nestes tempos conturbados em termos económicos e sociais, garantir aos jovens com carências a sua permanência no sistema de ensino, devendo as instituições tudo fazer para que não haja uma marginalização e consequente exclusão daqueles que não têm acesso a todos os mecanismos para poderem obter um bom aproveitamento escolar.
Apelou, por isso, às entidades responsáveis, que tudo façam para que nenhum jovem seja deixado para trás na formação e educação que deve ser para todos.